terça-feira, 21 de março de 2017

A IGREJA PRESERVA SUA IDENTIDADE E DESEMPENHA SUA MISSÃO QUANDO É TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO

Todos devem ter plena certeza de que as práticas ilícitas devem se rejeitadas por todos os cristãos. Não há meio termo, e quem desejar tornar-se cristão deve compreender que as decisões que venha a tomar vão impulsioná-lo a deixar de fazer o mal e praticar o bem, pois a conversão ao Senhor leva a prática de obras que demonstrem este arrependimento.
 Santificação é mais do que fazer ou deixar de fazer – santidade é ser do Senhor, é deixar-se orientar pelo Senhor e por sua Palavra e ser habitação do seu santo Espírito. Ser cristão é mais do que seguir uma tal de “lei de crente” que, quando muito, são regras existentes dentro das Igrejas e na maior parte das vezes não passam de mandamentos de homens (Is 29:13) com os quais a Igreja sequer deve se ocupar (Tt 1:14). A única lei que realmente importa, que deve imperar no coração do povo de Deus é a inclinação do Espírito, que leva os corações dos crentes a prática do que é justo diante de Deus e dos homens, independente da cultura e da época.
Em nossa cultura permissiva a santificação é, muitas vezes, confundida com deixar de fazer algumas coisas, mas, mesmo o “deixar de pecar” pode tornar-se num orgulho pecaminoso, num julgamento menos correto de si mesmo, num desconhecimento da real natureza do pecado e num julgamento mais duro a respeito das fraquezas dos outros. Santificar-se significa, inicialmente, separar-se de tudo o que impede o pecador de buscar a glória de Deus. Santificar-se significa tudo fazer buscando a gloria de Deus – e arrepender-se dos pecados por amor ao Senhor, e não por temor das consequências, sem dúvida, corresponde à glorificar o Senhor que deseja que sua Igreja seja santa (Lv 20:7 - Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus).
Para preservar sua identidade e desempenhar sua missão a Igreja de Cristo

I. POSSUI POR GRAÇA A BÊNÇÃO DE SER TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO

Perguntado sobre como um soldado pode desempenhar sua missão da melhor maneira possível o soldado simplesmente respondeu: conhecendo a missão e sabendo quais os obstáculos que podem surgir entre ele e a meta final (Hb 12:14). Evidente que não havia a menor preocupação com a questão de santidade no que ele disse – mas o fato é que esta resposta diz muito sobre como podemos definir santidade: conhecendo a vontade de Deus e, para sermos obedientes até o fim, evitarmos os obstáculos, os pecados, que podem atrapalhar esta jornada (Hb 12.1).
Ainda usando a linguagem militar, santidade é, de certo modo, definido pelo apóstolo Paulo como “cumprir satisfatoriamente a vontade do chefe” (II Tm 2:4). Imagine um soldado que precisa entregar uma mensagem crucial para a movimentação de uma tropa em uma guerra impreterivelmente em 1 dia e percorre apenas 90% do percurso dentro do prazo, mas só consegue chegar 1 semana depois. Que espécie de tratamento ele deve esperar de seus superiores, se superiores ainda existirem?
Como a Igreja poderia manter a sua identidade e cumprir a sua missão sem obediência – se ela perder a sua identidade (Lv 20:7) evidentemente será incapaz de cumprir a sua missão, que é dar frutos (Mt 7:16) que testemunhem a transformação que o Espírito faz na vida do pecador convertido (Ef 4:28) que passa a ter como alvo na vida glorificar o Senhor, fazendo, diariamente, a mesma oração feita pelo salmista (Sl 69:6), aplicando o ensino das Escrituras às situações diárias e não se deixando moldar pelos costumes da cultura em que vive (I Pe 1:14) porque o que é aceitável numa cultura pode ser visto como ofensivo e inconveniente em outra, e por isso escandaloso (Mt 18:7).
Vamos ver o que a Escritura nos diz sobre a necessidade de cada membro ser Igreja e, através da santificação diária, realmente se mostrar como o templo do Espírito e ter a santificação como uma característica constante em seu modo de viver.
12 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.
13 Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos; mas Deus destruirá tanto estes como aquele. Porém o corpo não é para a impureza, mas, para o Senhor, e o Senhor, para o corpo.
14 Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
15 Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente, não.
16 Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne.
17 Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele.
18 Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.
19 Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.
I Co 6.12-20
Como a Igreja pode, obedecendo à Palavra de Deus, evitar os erros quanto às suas exigências e mover-se segundo a direção do Espírito Santo? A primeira maneira de a Igreja andar segundo Cristo é

i.                   PRATICAR O QUE É LÍCITO

12 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.
13 Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos; mas Deus destruirá tanto estes como aquele. Porém o corpo não é para a impureza, mas, para o Senhor, e o Senhor, para o corpo.
14 Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará a nós pelo seu poder.

A Igreja em Corinto estava localizada em péssima companhia. Havia numerosos templos, e milhares de pessoas dispostas a cultuarem aos deuses pagãos de todas as formas, inclusive as mais imorais possíveis – e esta prática imoral não era vista como ilícita, pelo contrário, jovens coríntios, de ambos os sexos, se colocavam durante um tempo à disposição dos “adoradores” que vinham de todas as partes do mundo greco-romano para comercializarem seus produtos na cidade.
A promiscuidade era generalizada e a prostituição cultual institucionalizada tornavam a vida da Igreja complicada em diversos aspectos, a ponto de Paulo insistir que o corpo não é para a impureza (I Co 6:13) e que a prostituição cultual nada tem de culto, na verdade (I Co 6:15) sendo somente mais uma obra da carne (Gl 5:19).
Apesar de tantos templos em Corinto, um só era necessário: o próprio crente que, abandonando as obras infrutíferas das trevas (Ef 5:11) se tornava em santuário do Espírito de Deus (I Co 3:17) tornando obsoletos todos os demais, e, pior ainda, reprovando com sua vida aqueles templos destinados à idolatria e lascívia.
Paulo não usa de ambiguidade quando reprova as práticas pecaminosas existentes em Corinto – suas palavras são diretas e duras, e ele as reprova na sociedade coríntia e faz o mesmo quando estas práticas começaram a entrar naquela Igreja e que, ao invés de promover a comunhão, estavam causando divisões, pois uns diziam ser seguidores de Paulo, outros de Pedro, outros de Apolo e havia os que usavam o nome de Cristo para, aparentando superespiritualidade, justificar seu divisionismo (I Co 1:12).
As práticas que a Igreja estava adotando, práticas lícitas na sociedade coríntia, estavam se tornando um padrão de conduta que diminuíam a comunhão entre os irmãos e, mais ainda, com o Senhor. Abandonar o padrão do mundo, não se deixar levar pelo que “todo mundo faz” é um imperativo cristão (Rm 12:2) porque o mundo jaz no maligno (I Jo 5:19) e o cristão é chamado à santidade que antes desprezava (I Pe 1:14 ) por ignorância da Verdade que é libertadora (Jo 8:32).
O problema detectado e combatido por Paulo em Corinto era que os cristãos estavam se utilizando da liberdade para, insensata e insensivelmente, ser motivo de escândalo para outros e, assim, tornando a liberdade em ocasião para pecar fazendo outros tropeçarem (I Co 8:9). É comum que uma atitude que, em si mesma, não é pecaminosa, seja ofensiva e atrapalhe o crescimento espiritual de outros irmãos menos experimentados. Podemos ilustrar isto com o fato de que grandes teólogos protestantes do séc. XIX tinham o hábito de fumarem cachimbos, ou que reformadores do séc. XVI recebiam parte de seus proventos em barris de vinho (em tempo, não há registros de que tenham se embriagado). Em seus dias e onde moravam isto não era visto como pecaminoso, mas seria terrível para a Igreja evangélica brasileira que seus pastores agissem desta maneira – certamente o habito de fumar era pecaminoso, mas cada um deve andar segundo a luz recebida.
Devemos, pois, ter comportamento contrário ao dos crentes de Corinto, pois usaram da “liberdade Cristã” para aumentar seus pecados. Devemos usar os nossos corpos como aquilo que eles efetivamente são – nosso ser, contaminado pelo pecado e remido pelo sangue de Cristo. A salvação e a santificação não é uma coisa apenas espiritual, ela envolve todo o nosso ser e influencia definitivamente o que fazemos com ele (Rm 12:1).
A Escritura nos diz para não nos iludirmos – mesmo aquilo que é lícito socialmente pode ser um terrível pecado, por isso somos chamados de peregrinos e forasteiros, com uma lei interior diferente daquela que rege o mundo ao nosso redor (I Pe 2.11-12).
Sem dúvida que a prática de coisas lícitas à luz das Escrituras é absolutamente necessária, mas precisamos andar um pouco mais e compreender que a Igreja preserva a sua identidade e cumpre a sua missão vivendo em santidade ao

ii.                UNIR-SE A DEUS

15 Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente, não.
16 Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne.
17 Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele.
18 Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.

A identidade da Igreja é ser corpo de Cristo, edifício de Deus (I Co 3:9). Não há Igreja se ela não estiver essencialmente ligada ao Senhor Jesus, a videira verdadeira da qual a Igreja é apenas ramos (Jo 15:5). A mentalidade coríntia permitia ser religioso, frequentar um templo, ser devoto de um ou vários deuses e deusas sem que isto tivesse qualquer impacto prático em suas vidas. Podiam até mesmo participar de um culto ao imperador (mesmo detestando e não o considerando em nada divino) simplesmente porque eram cidadãos romanos e deviam dizer que César é senhor (I Co 12:3). Estar unido ao Deus vivo significa mais do que os coríntios estavam habituados a pensar, era mais do que um simples ritual, por mais impactante que fosse. Estar unido a Deus significa viver uma nova vida, uma nova vida em Cristo, podendo afirmar que já não se vive mais, mas que é Cristo quem vive no crente (Gl 2:20).
Para viver unido a Cristo é preciso ter a vida de Cristo – e para ter a vida de Cristo é preciso morrer para si mesmo, numa renúncia total (II Co 4:8-11), algo que não tem sido muito comum na cristandade atual que pensam muito mais nas delícias deste mundo e para quem a palavra renúncia é incabível (Mt 10:37-38), como se não tivesse sido uma exigência do Senhor para aqueles que querem ser seus discípulos, para aqueles que querem ser Igreja.
A esta união os teólogos denominaram “união mística”, mas podemos simplesmente chamá-la de comunhão, de andar com Cristo, de considerar a vontade de Cristo como fonte de autoridade e, antes de tomar uma decisão buscar conhecer qual a vontade de Deus para seus filhos naquela área. Não pense que estamos falando de buscar uma revelação pessoal, mas a revelação normativa de Deus para seus filhos em todas as épocas. É por isso que Paulo fala que os crentes são diferentes, porque tem a vida de Cristo, tem o Espírito de Cristo (Rm 8:9) e a mente de Cristo (I Co 2:16).
União com Cristo significa fuga do pecado, como fez José, não importando o preço (Hb 12:4). União com Cristo significa resistir ao diabo até que ele fuja (Tg 4:7) embora permaneça nas proximidades com intuitos maléficos em seu negro coração (I Pe 5:8).
Para, como Igreja, cumprirmos nossa missão e resguardarmos nossa identidade precisamos, como templo do Espírito, praticar o que é lícito não apenas socialmente, mas essencialmente em harmonia com a nova vida que o Senhor nos dá, e, ainda mais, é preciso

iii.             GLORIFICAR A DEUS

19 Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.

Alguns cristãos agem como se Deus precisasse de seus louvores, ou de sua atuação para ser glorificado. Este é um equívoco porque Deus é eterna e imensamente glorioso. Deus não precisa de nada – tudo é dele, tudo é por ele e tudo é para ele (Rm 11:36) e toda a terra está cheia da sua glória (Is 6:3). Certa vez um professor de matemática que gostava de ensinar macetes aos seus alunos disse uma frase que marcou meu entendimento sobre glorificar a Deus. E note que ele era professor de matemática: “Quer aprender como glorificar a Deus? Quer um método mais fácil do que somar dois e dois? Aprenda a conjugar o verbo amar – e o conjugue no presente, todo o tempo.”
Para uma sociedade que pensava que para glorificar a Deus tinha que obedecer a muitos mandamentos (um rabino chamado Moshê ben Maimon, ou Maimônides, ou ainda Rambam, chegou a listar 613 deles). Se 10 já é impossível, imagine 613. Mas mesmo assim o Senhor Jesus apresenta apenas dois, e ambos conjugam o verbo amar: amar a Deus e à criação de Deus (Lc 10:27) porque quem conhece a Deus ama verdadeiramente (I Jo 4:8) e nem esses dois conseguimos cumprir integralmente.
Não há como duvidar disso, em toda a Escritura Deus se mostra como curador, provedor, consolador, como pai amoroso que através de obras de incomparável poder prova o seu amor para conosco (Rm 5:8) pagando um alto preço para satisfazer uma necessidade que era nossa, e não dele. Nós precisávamos conhecê-lo, amá-lo e para isso ele pagou um preço extremamente alto (I Co 6:20) e a maneira de expressarmos nossa gratidão e glorificá-lo é sendo, de fato, templo do seu Espírito sendo, afinal, um com ele (I Co 6:17-19).
Quer aprender como glorificar a Deus? Siga alguns passos muito simples. É um resumo, muito, muito simples, mas suficiente por ora: em primeiro lugar, conheça-o verdadeiramente (Jo 17:3) e isto só pode ser feito por intermédio do reconhecimento de Jesus Cristo como o Filho de Deus (Mt 16:17); em seguida reconheça-o como seu Senhor e salvador pessoal (At 16:31) e então passe a conhecer e reconhecer sua vontade como imperativa (Jo 15:14) guardando os seus mandamentos (Jo 14:21).
Sim, é somente através do andar no caminho das boas obras que o Senhor preparou de antemão que de fato o Senhor será glorificado. É pelo frutificar de seu povo (Jo 15:8 - Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos), pelo que ele fala e faz, que o nome do Senhor é glorificado não apenas na Igreja, mas também entre os incrédulos (I Pe 4:11).

CONCLUSÃO

Ser templo do Espírito Santo não é uma tarefa fácil. Não é uma simples questão de querer pessoal – é uma determinação do mesmo Deus que nos assiste em nossas fraquezas. É impossível à vontade desassistida do homem (Rm 7:19). O Espírito é o que habita o que crê e, ao mesmo tempo, o sustenta em sua fé.
É por isso que não é impossível ser templo do Espírito Santo – esta é uma ação de Deus, a santificação é uma ação de Deus na vida do crente (Jo 17:17), e a ação do crente é busca-la perseverantemente porque ela lhe é essencial para que ele tenha comunhão com o seu Senhor (Hb 12:14).
Paulo nos mostra que a maneira de glorificarmos a Deus é, diariamente, nos exercitarmos em obediência à sua vontade, através de um testemunho vivo de que somos seus instrumentos, prontos para o seu serviço em uma atitude que demonstre, antes de mais nada, amor total a ele, e, depois dedicação ao próximo.
Glorificar a Deus é, cumprindo sua vontade, encontrar recursos para fugir ao pecado, e viver obedecendo a sua Palavra é o melhor meio para não transgredir sua vontade (I Jo 3:4).
Para fugir do pecado (I Tm 6:11), e viver como templo do Espírito Santo de Deus o melhor, ou melhor, o único método infalível é viver sua Palavra, testemunhar seu amor e sacrifício e mostrar ao mundo que, mesmo que falem contra nós, a fé em Cristo realmente faz diferença na vida de um pecador (I Pe 2:12).
Faça um exame de você mesmo, se, sendo membro da Igreja, você efetivamente é Igreja, isto é
i.               Você efetivamente é templo do Espírito Santo? Você consegue perceber a atuação do Espírito em você ajudando-te a reconhecer o pecado que te assedia e te impulsionando a fugir dele (Hb 12:1);
ii.              Você, sendo Igreja, tem procurado efetivamente conservar seu corpo como templo do Espírito, usando-o para receber as bênçãos de Deus e tributar-lhe a glória que lhe é devida (Sl 103:1);
iii.            Você, sendo Igreja, sendo templo do Espírito e procurado manter sua vida pura para glória do Senhor, tem efetivamente mostrado a outros a diferença que faz na vida de um pecador conhecer a Jesus e reconhece-lo como seu Senhor e salvador (Ml 3:18).
Que testemunho você tem dado para mostrar que o seu corpo é o templo do Espírito Santo? Andar no Espírito (Gl 5:16) exige que se viva de acordo com a Palavra de Deus como se vive respirando o oxigênio.
Andar no Espírito é mais do que ler um pouco de bíblia, estuda-la de vez em quando ou fazer um curso aqui ou outro ali. É colocar em prática a orientação que Deus deu a Josué (Js 1:8), amando a Palavra de Deus, deleitando-se em sua vontade e cumprindo-a sem desvios (Js 1:7) e, com isso, exaltaremos a obra de Cristo, porque a obra do Espírito é exaltar a Cristo em nós e através de nós.
E este é o plano de Deus para todos os seus servos, e não apenas para uns poucos privilegiados (Tg 2:1) como se houvesse privilegiado diante do Senhor (Rm 2:11).

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