segunda-feira, 22 de maio de 2017

UMA IGREJA QUE DEIXA MARCAS INDELÉVEIS PARA GLÓRIA DE DEUS - Fp 1.2-3

COMO SER UMA IGREJA QUE DEIXA MARCAS INDELÉVEIS

É possível que você tenha uma experiência com Igreja que lhe marcou. Talvez algum dia você tenha chegado a uma Igreja e ficou impactado com o pastor que pregava ou com a maneira dele trabalhar. Talvez tenha ficado impressionado com a liderança da Igreja e seu envolvimento com a obra do Senhor. Talvez a vida da Igreja, a maneira como eles se relacionavam e cultuavam tenha, de alguma forma, impactado e gerado em você uma impressão tão viva que tenha se tornado um padrão para julgamento de outras Igrejas. E é possível que a Igreja em Tessalônica se enquadre como uma Igreja deste tipo.
Quando conhecemos a Igreja dos tessalonicenses aprendemos que a Igreja do Senhor é alvo de sua graça e de sua paz. É por causa da graça de Deus, isto é, de sua misericordiosa bondade, que os pecadores são abençoados ao invés de serem condenados. É por causa da ação de Deus em enviar seu filho para resgatar pecadores, evangelizando paz (Ef 2:17) que eles não são imediatamente condenados à perdição.
Certa vez, em uma aula, surgiu paralelamente o assunto “como ser salvo”. Naturalmente as palavras de Paulo aos efésios me vieram à mente e afirmei que a salvação é pela graça de Deus (Ef 2:8) dando Cristo para morrer pelas nossas ofensas (Rm 5:15). Insisti que a graça nada mais é do que Jesus morrer a nossa morte, para que pudéssemos ter vida. É Jesus morrer em nosso lugar, ele, o justo, morrendo em lugar de injustos (I Pe 3:18).
De onde eu menos esperava, em um ambiente em que imaginamos que a doutrina da salvação pela graça é consensualmente aceita alguém pediu a palavra e disse: “É assim mesmo, graças a Deus que nós fizemos por onde merecer a salvação porque estamos na Igreja, fazemos o bem ao próximo e como recompensa Deus nos dá a graça da salvação”. Depois de tentar explicar que fomos criados em Cristo para as boas obras (Ef 2:10) e não que recebêssemos a salvação como eventual recompensa por boas obras impossíveis de serem feitas por mortos espirituais (Ef 2:5) concluindo que ninguém pode se salvar desta maneira, pois, do contrário, já não seria graça (Tt 3:5) não pude deixar de pensar no conceito que nós temos de salvação pela graça para todo aquele que crê em Cristo (At 15:11).
Voltando ao que já sabemos sobre a Igreja dos tessalonicenses, ela era uma comunidade de pessoas salvas sem mérito próprio, salva pela graça de Deus onde deveria abundar a graça e a paz do Senhor Deus e do Senhor Jesus Cristo.
Esta deve ser uma descrição de toda e qualquer Igreja, isto é, de toda e qualquer verdadeira Igreja de Cristo. Isto, de imediato, nos leva a pensar se instituições que privilegiam as obras ao invés da graça ou que colocam as obras como complemento e não como decorrência natural da graça de Deus deveriam ser consideradas Igrejas. A resposta é: não, esta não é a fé bíblica, não é a Igreja fundamentada na Palavra de Cristo e na doutrina dos apóstolos e mais cedo ou mais tarde cairão. Mas não é assim com a Igreja de Cristo – ela veio para ficar, as portas do inferno não podem prevalecer contra ela (Mt 16:18). Paulo diz que há três coisas que são permanentes, independente da idade ou da capacidade de compreensão: a fé, a esperança e o amor (I Co 13:13). Ao conhecermos a Igreja dos tessalonicenses encontramos uma Igreja que tinha estas três coisas.
Vamos ver o que o apóstolo Paulo nos fala sobre esta Igreja e porque estas suas marcas não podem ser apagadas:
1 Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo, graça e paz a vós outros.
2 Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, 3 recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, 4 reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição, 5 porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós.

UMA IGREJA MARCANTE POR SUA FÉ OPEROSA

Um dos mais constantes ensinos do apóstolo Paulo, em contraste com as exigências dos gregos judaizantes de seus dias, era o de que a salvação é uma dádiva de Deus, por meio de Jesus Cristo, sendo obtida unicamente por meio da fé. Esta é uma verdade bíblica tão cristalina, tão facilmente perceptível quanto a luz do sol. O problema é que há quem não veja a luz do sol – da mesma maneira que há quem não consiga compreender esta bendita doutrina.
Não é incomum que os mais diversos tipos de correntes religiosas incorram em dois erros quanto à natureza da fé e seus efeitos para a salvação.

COMODISMO

O primeiro é o de achar que apenas assentir intelectual e emocionalmente seja suficiente. Basta acredita. Se você acredita então não precisa fazer mais nada, afinal, você é um salvo e permanecerá eternamente salvo, e, então, você pode descansar nas promessas de Deus.
Antes que você comece a pensar que eu tenha abandonado a fé e me tornado um pelagiano ou um arminiano, entenda que é suficiente crer para obter a salvação (At 16:31), mas a fé é, além de um chamado à salvação, também uma chamada para um caminho denominado, nas Escrituras, de boas obras (Tt 3:8) como fruto da presença do Espírito Santo no redimido (Ef 2:10).
Também é verdade que você, ao crer, pode e deve descansar nas promessas daquele que nunca falha (Mt 11:29) mas se lembre que o nosso pastor não nos chama para uma vida estática e de comodismo, mas para nos levar através do vale (Sl 23:4) para pastos verdejantes e águas tranquilas (Sl 23:2). Somos chamados para, mesmo descansando em Deus, caminhar pelas veredas de justiça (Sl 23:3) correr perseverantemente a carreira que nos está proposta (Hb 12:1) até que ela esteja completa (II Tm - 4:7 - Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé) e tenhamos alcançado o alvo da soberana vocação (Fp 3:14).
Sob este primeiro aspecto temos que concluir que o conforto que recebemos não deve ser confundido com comodismo ou como uma desculpa para deixar de fazer o bem e praticar a justiça (Mq 6:8).

ATIVISMO

O segundo erro que encontramos quando pensamos em uma fé operosa é confundi-la com ativismo religioso, com muitas tarefas e ocupações e, dependendo do contexto, uma expectativa de ter suas ações reconhecidas não só entre os homens (Mt 6:2) mas também pelo próprio Deus que, para alguns, se veria, no mínimo, inclinado quando não na obrigação de dar um lugar melhor na glória, de dar uma recompensa neste mundo, ou algum tipo de recompensa por ter trabalhado mais que os outros, erro que é veementemente combatido pelo apóstolo Paulo (I Co 15:10).
Não quero com isto que você se sinta desestimulado a servir nas mais diversas áreas em sua Igreja, muito pelo contrário, quero que você sirva cada vez mais, na medida das suas forças, trabalhando para a glória de Deus sabendo que quem se esforça para servir ao Senhor não trabalha em vão (I Co 15:58).
É uma bênção e um privilégio servir ao Senhor. E é com alegria e louvor que devemos servi-lo (Sl 100:2). E ao servimos na alegre expectativa de que ele não deixa de recompensar aos servos que são fiéis e dedicados (Mt 25:23). Mas devemos servi-lo porque ele é digno e não pelas coisas que ele é capaz de nos dar (Jo 6:27).
Não confunda ter uma fé operosa com a expectativa equivocada de receber alguma coisa em troca do que você, sozinho, não é capaz de fazer (Jo 15:5). Suas obras, se agradam a Deus, é só porque ele se agradou de você antes (Gn 4:4) e te deu vida perdoando-lhes os pecados (Cl 2:13) e fez de você uma nova criatura (II Co 5:17), um filho amado ao invés de um pecador em débito impagável (Cl 2:14).
Os tessalonicenses tinham uma fé operosa porque procuravam aplicar o ensino que receberam de Paulo e continuaram recebendo no seu dia-a-dia, certamente andando humildemente com o seu Senhor, Jesus Cristo, sob a luz bendita do Espírito Santo.

UMA IGREJA MARCANTE POR SEU AMOR ABNEGADO

Há coisas que são tão comuns que achamos que não é necessário falar. Por exemplo, não deveria ser necessário falar de amor, porque, afinal, todos nós temos alguma experiencia que envolva algum tipo de amor, tanto filial, paternal, sexual ou espiritual. Se você é crente, então, certamente você, no mínimo, já sabe alguma coisa sobre o amor (I Jo 4:8). Não precisaríamos dizer, mas não tem jeito, é necessário. O conceito de amor que nossa cultura possui e aparece o tempo todo diante de nós está terrivelmente deturpado. Amor tem sido confundido com paixonite, com erotismo e até com doenças comportamentais, como possessividade.
O apóstolo Paulo destaca que, entre as qualidades da Igreja em Tessalônica e que estavam fazendo dela uma notável agência missionária em sua região, uma era especial: o amor (I Jo 4:16). Certamente era uma Igreja de boa teologia, embora com algumas dúvidas naturais a uma igreja recém-nascida. Certamente era uma Igreja que contava com pessoas capazes de administrar, de ensinar, de doutrinar, de pregar e de discipular. Mas Paulo lembra que os crentes tessalonicenses se fizeram reconhecer por um amor abnegado e verdadeiro (I Jo 3:18), isto é, por uma vida que se caracterizava por uma alegre negação de sua vontade para que alguém fosse abençoado.

O EXEMPLO DE PAULO

Encontramos este conceito magistralmente aplicado na vida do próprio apóstolo Paulo. Ele considerava que tinha uma obrigação que sobrepujava até mesmo os mais básicos instintos naturais humanos (I Co 9:16), como o da sobrevivência. Paulo desconsiderava o chamado instinto de preservação afirmando que considerava a sua vida como não importante, pois importante mesmo era pregar o evangelho o e cuidar das Igrejas (II Co 11:28). Ele não considerava a sua vida preciosa para ele mesmo, mas ao mesmo tempo reconhecia sua utilidade para levar pecadores ao conhecimento do salvador (Fp 1.23-24).
Por sua abnegação Paulo chega a afirmar que sua nacionalidade, sua descendência de Abraão, sua prática religiosa (Fp 3:4-6) e até sua cultura poliglota (I Co 14:18-19 -  Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós. 19 Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua) tinham menos valor se ele não fosse encontrado em Cristo Jesus e vivendo para glória dele (Fp 3:7-8). Tudo o que Paulo queria era viver para a gloria de Cristo, era ser achado em Cristo e Cristo ser achado nele. Paulo não se preocupava em ter a sua vontade anulada (II Tm 2:4) e se regozijava em saber que Cristo vivia nele (Gl 2:20) – e Paulo estava disposto a morrer par que outros também vivessem esta experiencia maravilhosa.
Não temos nenhuma indicação de que Paulo e os tessalonicenses estivessem falando de uma agenda social nesta carta, embora ela não esteja ausente nas preocupações da Igreja primitiva que era ensinada a cuidar dos que sofrem, dos carentes, das viúvas e fazer o bem a todos, especialmente os da família da fé (Gl 6:10).

O EXEMPLO DE CRISTO

O exemplo mais perfeito de amorosa negação de si mesmo encontramos naquele que Paulo queria imitar (I Co 11:1). Que sentimento é este que levou o criador dos céus e da terra a assumir a natureza e limitações de criaturas tão insignificantes quanto nós? Que sentimento é este que leva aquele que é servido por anjos perfeitos e sem pecado a aceitar ser servo de pecadores?
Que sentimento é este que leva o Eterno Senhor da vida a experimentar a morte para evitar que quem merecia a morte eterna a experimentasse? Que sentimento é este que levou o Senhor da glória a deixar-se humilhar até a morte (Fp 2:8)? Que sentimento é este que levou o Senhor dos exércitos a se deixar prender e arrastar e maltratar e zombar por meros soldados do templo e alguns romanos (Mt 27:29)? que sentimento é este que fez o santo colocar-se no lugar de pecadores (I Pe 3:18)? Que sentimento é este que leva o Senhor que se assenta no alto e sublime trono a deixar-se encravar no madeiro, lugar de maldição e não de glória?
Abnegação! Negação de si mesmo! Este é o sentimento. Negação de si mesmo sem buscar recompensa para si mesmo. Os pecadores que Jesus remiu lhe foram dados pelo pai (Jo 10:29) e do ápice de sua paixão ele via com alegria o fruto do penoso trabalho de sua alma, quando ele a derramou na morte (Is 53:11-12) ficando feliz com aqueles que, mesmo sendo dele, foram comprados por meio de seu sangue (At 20:28).
Era este tipo de sentimento que era encontrado na Igreja dos tessalonicenses e que fazia dela uma igreja digna de ser lembrada: seus membros buscavam o bem uns dos outros e, mesmo correndo riscos, o bem dos pecadores, dos que se declaravam seus inimigos e inimigos de Deus (Jo 15:20). Para alcançar pecadores eles consideravam que viver é Cristo, e, se morressem, isto seria para eles incomparavelmente melhor, incomparável lucro.

UMA IGREJA MARCANTE POR SUA FIRME ESPERANÇA

  Uma característica de nosso tempo, lamentavelmente muito mais presente que o desejável e suportável até mesmo naquela que proclama de si mesma ser a Igreja do Senhor é aquilo que convencionou chamar-se de “politicamente correto” ou, em outras palavras, uma mensagem e uma atitude para cada circunstância, e isto onde ninguém está sob ameaça de perder a vida como a Igreja dos tessalonicenses poderia estar enfrentando.
Vamos lembrar as circunstâncias do nascimento da Igreja em Tessalônica. Paulo, Silvano e Timóteo foram perseguidos e acusados de serem perturbadores da ordem. Jasom e alguns irmãos foram presos, maltratados e tiveram que pagar fiança. As tribulações não haviam cessado (I Ts 1:6), mas a sua esperança em Cristo não esmoreceu porque eles sabiam em quem tinham crido (II Tm 1:12) e nada, nem na vida nem a morte poderia afastá-los do amor de Deus em seu Senhor Jesus Cristo (Rm 8:38-39).
Os tessalonicenses se mantiveram firmes porque estavam arraigados no seu Senhor e salvador Jesus Cristo (Cl 1:23 - ...se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro). A Igreja não era apenas um lugar de eventos sociais. Não era apenas o lugar de encontros de amigos. Nesta Igreja politicamente correta que encontramos no sec. XXI quantos cristãos confessariam publicamente a sua fé no Senhor Jesus, negando-se a prestar culto ao imperador e com isso sendo condenados à morte? Quantos manteriam firme a sua confissão de fé diante de espadas, lanças, ursos, touros e leões furiosos? Quantos entrariam na galeria dos heróis da fé de Hb 11 mesmo diante da ameaça de serem perseguidos, apedrejados e serrados ao meio (Hb 11:37)? Quantos manteriam firme a sua confissão sendo pregados em uma cruz de cabeça para baixo ou amarrado em uma estaca para ser queimado até a morte (Hb 10:23)?
É possível que os tessalonicenses não fossem tão bons em teologia – acredito até que não eram mesmo. Precisavam aprender sobre eclesiologia, escatologia... provavelmente se fossem perguntados sobre as duas naturezas de Cristo ou a economia ontológica da trindade fizessem aquela cara de “heinnn!??”.
Mas há algo em que eles podem nos dar uma boa aula, a nós, crentes evoluídos do séc. xxi: eles guardavam firmes a confissão da sua fé no Senhor Jesus. Ele era para eles e deve ser, também, para nós, a base da fé, a rocha dos séculos, a pedra sobre a qual estavam a fé é edificada e por isso eles não se deixavam abalar.
O que eles tinham de diferente? Eram mais fortes? Eram mais valentes? Eram mais valorosos? O que havia neles que lhes dava essa firmeza? Paulo nos dá uma resposta: eles criam em Deus, sabiam que o seu Senhor é castelo forte, socorro bem presente em toda e qualquer tribulação (Sl 46:1) e, mesmo que o Senhor não intervisse em uma situação particular, o Senhor ainda continuaria sendo Senhor e os crentes ainda continuariam sendo fiéis (Dn 3.17-18).
O que fazia da Igreja dos tessalonicenses uma Igreja a ser lembrada por sua firmeza na fé era o fato de que ali não havia amigos do evangelho, não havia filhos de crentes, não havia pais de crentes, mas, à semelhança do que o apóstolo João diz em sua carta, ali havia crentes, havia pais crentes, havia jovens crentes e fortes, havia mulheres piedosas e crentes – sua fé estava firmada em Cristo e nenhuma tempestade ou sutileza do mundo seria capaz de mudar isso (I Jo 2:14). Nada, nenhum poder deste mundo seria capaz de mudar isto, nada que já havia existido ou que viesse a existir mudaria isso porque eles simplesmente eram a Igreja dos eleitos de Deus, predestinados desde antes da fundação do mundo para crerem e serem fiéis ao seu Senhor e salvador.

VOCÊ QUER SER PARTE DESTA IGREJA

E você? O que te faz diferente dos tessalonicenses? Você ouve o mesmo evangelho, que vem do mesmo Deus e anuncia o mesmo eterno e único salvador, Jesus Cristo, no poder do mesmo Espírito. As palavras que você ouviu foram as mesmas que os  tessalonicenses ouviram ser lidas há quase 2 mil anos e fortaleceram ainda mais a sua fé e tem o mesmo objetivo: livrar você da condenação e do inferno, do poder das trevas e do medo da morte e fazer de você uma pessoa livre, isto é, alguém que não tem mais que fazer a vontade da carne e dos maus pensamentos (Ef 2:3) e pode, então, se deleitar em fazer a vontade de Deus (Sl 119:143).
O que fazer para ser como os tessalonicenses? Se você ainda não recebeu Jesus como seu salvador e Senhor este é o seu momento, esta é a sua oportunidade (II Co 6:2  ...porque ele diz: Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação), você pode se levantar agora, confessar que é pecador e que precisa de Jesus para ser salvo, recebendo assim a fé, o amor de Deus e a firme esperança na vida eterna porque aquele que prometeu que de modo nenhum lançaria fora aquele que fosse a ele (Jo 6:37). E ele é fiel em todas as suas promessas.
Mas esta mensagem é também para aqueles que são membros da Igreja, qualquer Igreja, desta ou de outra Igreja que tem tido uma fé morna ou morta, cujo amor só alcança a si mesmo e só produz a satisfação do próprio ego e cuja esperança se esvai à primeira brisa, incapaz de resistir às menores provações. Eu preciso advertir você que uma fé assim, morna, é repulsiva (Ap 3:16) é menos do que nada, é mera palha que não resistirá às chamas do dia do juízo (I Co 3:12-13) e trará o certo, justo e decepcionante veredicto do Senhor: “Nunca vos conheci” (Mt 7:23).
E se você acha que, numa última e desesperada tentativa, buscar argumentar que fez coisas Ele ainda uma vez dirá: “Nem todo o que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus” (Mt 7:21).
Pode ser que esta seja, para você, uma mensagem de Deus como foi a que foi enviada para o rei Ezequias: “É hora de por em ordem a sua casa” (II Rs 20:1). Ezequias, humilhando-se sob a mão de Deus suplicou que o Senhor derramasse sobre ele a sua graça e foi curado). E então, vamos seguir ao Senhor em fé operosa, amor abnegado e firme esperança?

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