segunda-feira, 15 de maio de 2017

COMO SER IGREJA E TRANSTORNAR O MUNDO PARA GLÓRIA DE DEUS - Fp 1.1

Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo, graça e paz a vós outros.
I Ts 1.1
CONTEXTO
Saloniki era uma cidade importante do mundo greco-romano. Era a capital da província da Macedônia desde 164 a.C. e desde 42 a.C. era considerada uma cidade livre, isto é, isenta de impostos e aliada de Roma. Originalmente seu nome era Terme, mas após ser reconstruída por Cassandro em 315 a.C. passou a ser chamada de Saloniki em homenagem à sua esposa, meia-irmã de Alexandre, o Grande.
A história da igreja em Salônica está ligada à segunda viagem missionária de Paulo, por volta do ano 50 dc. acompanhado por Silas e Timóteo, logo depois da separação entre ele e Barnabé ocasionada pelo desejo de Barnabé levar com eles novamente a João Marcos, que os havia abandonado na metade da primeira viagem quando passavam pela Panfília (At 15.37-39 - E Barnabé queria levar também a João, chamado Marcos. 38 Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília, não os acompanhando no trabalho. 39 Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre).
Ao chegarem em Tessalônica Paulo começou a ensinar em uma sinagoga. Sua mensagem era sobre Jesus, sua morte e ressureição (At 17.1-3) e logo conseguiu convencer alguns judeus, muitos gregos e muitas mulheres (At 17.4).
Mas nem todos gostaram da mensagem ou do resultado dela. Um grupo de judeus procurou colocar a população contra Paulo e seus colegas (At 17.5) mas Paulo, Silas e Timóteo não foram encontrados.
Em seu lugar o povo prendeu Jasom e outros irmãos sob a acusação de serem contra os costumes estabelecidos: eles estavam transtornando o mundo com sua estranha doutrina: um Deus que “deixou de ser Deus” e foi traído, capturado e morto - e o paradoxal é que foi a sua morte, e não vitórias em batalhas, que fez dele o rei e salvador dos que cressem nele. E esta acusação servia de pretexto para considerá-los criminosos: se Jesus era rei, então, os cristãos estavam rejeitando a César, e isto era um crime punível com a pena capital (At 17.6-7).
Após pagarem fiança Jasom e os outros foram soltos, mas o ambiente estava muito desfavorável para Paulo e seus companheiros (At 17.8-9) e eles seguiram para Beréia, deixando a evangelização da cidade a cargo dos que haviam sido convertidos (I Ts 1.6-8).
A chegada de Paulo a Beréia teve um desfecho diferente, eles receberam a Palavra e fizeram questão de conferir se o que Paulo dizia estava de acordo com as Escrituras (At 17.11-13).
Com a chegada dos mesmos baderneiros de Tessalônica Silas e Timóteo permaneceram em Beréia e Paulo seguiu até Atenas, mas logo chamou Timóteo para Atenas, e o enviou a Salônica (I Ts 3.1). Pouco tempo depois, não obtendo bons resultados em Atenas, Paulo se dirige a Corinto onde reencontra Timóteo e Silas (At 18.5; II Co 1.19).
Como fruto das informações trazidas por Timóteo Paulo escreveu a primeira carta aos tessalonicenses, que logo seria secundada por outra em um curto intervalo de tempo, provavelmente alguns meses. 
OS AUTORES
Se você recebesse uma carta, qual a melhor notícia que você gostaria de receber? E se esta carta fosse de autoria de um verdadeiro apóstolo? O que você gostaria que estivesse escrito nela se soubesse que, além de ser originada da pena de um verdadeiro apóstolo ela fosse, também, inspirada por Deus? Ou, dizendo de uma maneira mais direta, o que você gostaria de receber, através de carta, da boca do próprio Deus através de uma carta?
É disto que estamos falando. De receber uma carta de Deus e tomar uma atitude em relação ao que Ele tem a dizer. Algumas pessoas tiveram o privilégio de receber cartas assim, de primeira mão. Os habitantes da Tessalônica tiveram este privilégio. Antes de conhecer o conteúdo da carta, precisamos conhecer os responsáveis pela redação da carta. Imagine que você chegasse para a reunião da sua Igreja hoje à noite e o pregador anunciasse que iria proceder à leitura de uma carta. Imediatamente você perguntaria: carta de quem? Quem são os autores?
Paulo, Silvano e Timóteo. Quem são estes homens e qual a sua importância? O que eles tem de tão importante para acreditarmos que o que eles escreveram é uma mensagem do próprio Deus e, por isso, deve ser lida com redobrada atenção.
Paulo é um judeu, apóstolo, isto é, comissionado pessoal e especialmente por Deus para anunciar Jesus Cristo como Senhor e salvador. Paulo sofreu uma grande transformação - era um perseguidor da Igreja e acabou sendo perseguido por amor a Cristo e à Igreja ao submeter-se ao Senhor, deleitando-se em servir ao soberano Senhor mesmo com o sofrimento que isto traria (At 9.15-16).
Ele foi o maior pregador do primeiro século. Nesta carta, diferente de outras, ele não se apresenta como apóstolo porque a Igreja dos tessalonicenses o reconhecia como legítimo apóstolo, embora ele próprio se considerasse o menor em cartas para as Igrejas que tinham dificuldade em honrar os apóstolos e seus ensinos, talvez com o sentido de ser ele "o que deveria ter menor honra entre os homens", (I Co 15:9) mas ainda assim apóstolo e com a dignidade de um verdadeiro apóstolo a ponto de afirmar que ninguém deveria incomodá-lo quanto a isto porque ele trazia no corpo as marcas de Cristo (Gl 6:17).
Paulo está acompanhado de Silvanos, ou Silas, um cidadão romano (como Paulo) que o acompanhou em parte de suas viagens missionarias desde que foi comissionado pelo Concílio de Jerusalém como um dos homens de confiança para divulgar a solução que o Espírito Santo deu à Igreja para o maior de seus problemas: a definição da suficiência de Cristo para a salvação dos crentes (At 15.22; 15.27). Silas era considerado profeta entre os irmãos da Igreja primitiva (At 15.32) e decidiu permanecer em Antioquia após a partida de Paulo (At 15.34) de onde, mais tarde, partiu com Paulo para a segunda viagem missionaria na celebre dissensão deste com Barnabé por causa de João Marcos (At 15.40). O momento mais lembrado deste companheirismo é a estada de ambos na prisão de Filipos, quando cantavam louvores ao Senhor apesar de estarem presos (At 16.25).
O outro companheiro de Paulo era Timóteo, filho de judia, crente, considerado um dos ministros 'asiáticos', natural da região de Listra (At 16.1-2) e companheiro de Paulo em muitas situações, e comissionado em alguns momentos como seu representante quando algumas Igrejas atravessavam problemas, como foi o caso da Igreja de Corinto (I Co 4.17) e de Filipos (Fp 2.19).
A carta que os tessalonicenses receberam era uma carta que lhes chegava de homens piedosos, reconhecidos como homens de Deus e por isso deveriam atentar para o que eles lhes escreviam. Esta carta que temos em mãos é uma carta de Deus para os crentes - foi para os tessalonicenses e é para nós também, porque a Palavra de Deus é viva, é eficaz (Hb 4.12), é eterna! Vamos, então, receber a carta destes homens de Deus como uma carta para nossa Igreja, como uma carta que traz instruções que devem ser consideradas e praticadas por todos nós. Nosso próximo passo agora é conhecer os destinatários - nossos irmãos em Cristo, a Igreja dos Tessalonicenses. 
OS DESTINATÁRIOS
A Igreja dos tessalonicenses era uma Igreja recém-formada, nascida da visita de Paulo, Silvano e Timóteo, composta por alguns judeus e gentios que eram dos piedosos e mulheres que tinham simpatia pelas instituições judaicas e compreenderam que o messias anunciado pelos profetas era mesmo o Jesus que Paulo pregava.
Esta Igreja mista logo teve que lidar com a oposição dos judeus, além de dificuldades com as autoridades locais, que temiam que ali surgisse mais uma das muitas revoltas que de tempos em tempos começavam nas colônias de judeus - lembremos que menos de três décadas depois a própria capital dos judeus, Jerusalém, seria sitiada e tomada pelos romanos. Paulo não teve tempo para doutrinar a Igreja - teve que fugir para Beréia, e de lá seguiu viagem rumo a Atenas, mas logo mandou Timóteo e Silas para a Macedônia com o propósito de verificarem o andamento da Igreja (At 18:5) e reencontrou seus companheiros em Corinto, de onde recebeu notícia de que a Igreja estava bem, sob a liderança de Jasom e outros piedosos, e dali, provavelmente, escreveu a carta que temos em mãos como resposta às dúvidas doutrinárias que a Igreja tinha: sobre a natureza da vida cristã e a ressureição dos mortos.
Quero que conheçamos algumas coisas sobre esses tessalonicenses.
IGREJA
A primeira e importante características dos destinatários desta carta é que eles eram Igreja (ekklesia) isto é, eram parte da comunidade daqueles que foram chamados por Deus para deixarem de pertencer ao mundo e serem seu povo de propriedade particular (Ml 3:17), pelos quais o Senhor deu seu próprio filho (Jo 3:16) como pagamento de seus pecados (I Jo 4:10).
Com este pagamento Deus, mediante Cristo, nos libertou do império das trevas e nos trouxe para o reino do Filho do seu amor (Cl 1.13). A ele sejamos gratos.
IGREJA DE DEUS
A frase de Paulo ao saudar a Igreja dos tessalonicenses implica que ela é Igreja por estar em Deus que é seu pai e também está no Senhor Jesus, de quem ela pode experimentar todas as bênçãos deste maravilhoso relacionamento. As notícias que Paulo tinha recebido da Igreja dos tessalonicenses eram de que ali havia sido firmada uma Igreja que tinha comunhão com Deus, o Pai, e que esta comunhão era fruto da fé no Senhor Jesus Cristo. É isto que faz a diferença entre uma sociedade religiosa e uma verdadeira Igreja: a existência de comunhão com o Pai e com o Filho (I Jo 1:3).
Os destinatários da carta de Paulo eram parte de uma genuína Igreja cristã - acreditavam na revelação de Deus em Cristo Jesus (Hb 1.1-2) conforme Paulo lhes anunciara.
Com a pregação de Paulo muitos deles abandonaram os ídolos para crerem em Deus. Muitos judeus abandonaram as mais tradicionais interpretações de seus rabinos para confiarem em Paulo que lhes anunciava que Jesus era o Cristo, o messias prometido. Todos eles correram riscos quando a oposição se levantou contra o evangelho e Jasom e outros foram levados para a prisão. Todos eles passaram a considerar o Senhor Jesus como seu principal bem e fim supremo tendo Jesus como seu Senhor e mediador (I Tm 2.5). Paulo faz questão que a Igreja dos tessalonicenses era uma Igreja que tinha sua origem em Deus e que estava em Cristo Jesus (Jo 14:1).
Isso é ser Igreja: ter sido chamado para Cristo por propósito do pai (Jo 6:37 - Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora) e viver para Cristo porque recebeu nova vida (Jo 10.28 - Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão), a vida de Cristo Jesus (Gl 2:20).  
AS BÊNÇÃOS DE SER IGREJA
Já sabemos que a carta é uma carta de Deus para a sua Igreja, através do apóstolo Paulo e de seus colaboradores, Silvano e Timóteo. Também já vimos que a carta tem sua origem no coração de Deus para o coração de sua Igreja. Os habitantes de Tessalônica não receberam a carta, não leram a carta, não conheceram seu conteúdo e nem se importavam com ele porque não eram a Igreja de Deus. Não criam em Deus nem estavam em Cristo. De certa maneira, podemos considerar que nela não havia nada de interesse para quem não é da Igreja de Deus. Os tessalonicenses não crentes continuavam vivendo na vaidade de seus próprios pensamentos (Ef 4:17) como andam os habitantes de Xinguara que não creem no messias, não são de Deus e não estão em Cristo Jesus.
Então, esta carta é para quem está em Cristo, para quem crê em Deus, para que já ouviu o chamado ou para quem está ouvindo o chamado hoje. Certamente é possível que alguém pergunte: o que Deus tem para mim se eu ouvir o seu chamado? Com o que Deus pode me recompensar se eu aceitar que esta carta é mesmo a palavra dele, a revelação da vontade dele para minha vida?
É comum nós encontramos pessoas que afirmam terem sofrido uma radical mudança em sua vida - mas uma rápida inquirição torna possível descobrir que estas mudanças geralmente são financeiras, sociais e quase sempre tem muito pouco de espirituais. As bênçãos narradas envolvem trabalho, negócios, estudos, etc... Mas vamos tentar entende quais eram as bênçãos que a Igreja em Tessalônica já usufruía - lembremos que logo ao nascer ela sofreu perseguição, houve prisão e alguns de seus membros foram espancados. Mas ela tinha algumas coisas que nenhuma perseguição e nenhum maltrato é capaz de tirar. E é esta a oferta que Deus faz para pecadores que, arrependidos, creem em Jesus e confiam sua vida às mãos do salvador. É esta a oferta de Deus para você, inclusive, neste exato momento.
Paulo fala de duas coisas que quando lemos a bíblia de maneira apressada podem nos parar desapercebida mas que expressam a plenitude da bênção de Deus sobre a vida de todos nós. É com estas coisas que a Igreja se despede na certeza e expectativa de que é abençoada todos as vezes que se reúne para cultuar ao Senhor (Fp 1:2; Ef 6:23-24).
Nos dias de Paulo a saudação mais comum era “saúde”, mas ele muda isto quando se trata da Igreja do Senhor - ele a saúda com a expressão que veio a se tornar comum entre os apóstolos.
GRAÇA
Paulo deseja que a graça (karis) seja uma constante na vida da Igreja. Graça é a bondade misericordiosa de Deus, através da qual ele age para abençoar pecadores que nada mereciam além da condenação.
É pela graça que Deus exerce uma santa influência sobre a alma dos pecadores dando-lhes um novo princípio de vida (Ef 2:5) e assim os capacita para que se voltem para Cristo (Ef 2:8).
É pela graça que os pecadores são fortalecidos e crescem na fé. É pela graça que o coração do pecadores é enternecido para Cristo e para o corpo de Cristo, capacitando-os a amarem outros que são tão pecadores quanto eles. É pela graça que os pecadores são despertados para o exercício das virtudes cristãs.
Não há nenhuma razão para você estar aqui a não ser a graça de Deus. Não há nenhuma razão para você estar vivo que não seja a graça de Deus. Não há nenhuma razão para você continuar aqui que não seja a graça de Deus. Não há nenhuma razão para você ter a esperança da salvação em Cristo a não ser a graça de Deus.
PAZ
A palavra paz vem do verbo eiro, que significa juntar, por fim à separação (Ef 2:12), neste caso separação do pecador do Senhor Deus, uma separação causada pelo pecado do homem (Is 59:2). O estabelecimento desta paz, o fim desta separação traz segurança por vir da vontade do Senhor Deus resultando em uma alma tranquila que tem certeza de sua salvação através de Cristo, nada temendo e contente com a porção terrena que lhe seja dada porque sabe que há muito mais e melhor reservado na glória (Rm 8:18).
Paz é algo que, sem Cristo, jamais experimentaremos realmente. Ninguém consegue estar imune a conflitos - mesmo que não sejam conflitos voluntários eles existem, ameaças existem de todos os lados e temos que tomar cuidados no trânsito, nos trancamos em nossas casas com medo de pessoas que não conhecemos e que não tem razão nenhuma para nos fazerem mal mas mesmo assim fazem.
Ninguém também consegue estar imune a problemas emocionais, conflitos em relacionamentos mesmo em ambientes em que a harmonia deveria imperar, como a Igreja (Gl 2:11) e o lar (Mt 10:36), ou em ambientes competitivos, como o trabalho e até o lazer. Mas não é este tipo de paz que Deus proporciona para os seus.
Paz de Deus (Rm 5:1) é um privilégio dos que o invocam em sinceridade (II Tm 2:22) e esta paz excede a capacidade do homem natural compreender (I Co 2:14). Ela é muito maior e mais elevada do que o que pode se alcançada pela sabedoria humana (Fp 4:7). Ela é uma dádiva do Senhor Jesus para os seus - e somente para os seus (Jo 14:27).
A verdadeira paz não pode se alcançada no mundo nem imposta por força de armas como tentou o império romano nos dias de Jesus, evidentemente fracassando como provam as muitas revoltas que haviam naqueles mesmos dias (At 5:36). 
CONCLUSÃO
Vamos relembrar as três coisas que aprendemos neste texto.
A AUTORIA DA CARTA
A carta aos tessalonicenses é uma carta de Deus, através dos apóstolos, para a sua Igreja. Não é um documento do passado, mas é Palavra de Deus para o coração do homem do séc. XXI tanto quanto foi para o do séc. I. Mas ela é, acima de tudo, palavra do Deus eterno para o seu povo.
É Palavra de Deus para você ouvir e atender. Ou ouvir e se rebelar. Não há meio termo. É por ela que Deus diz o que deseja de sua vida e é por ela que você demonstra se você é de Deus ou contra Deus (Mt 12:30). Não há como ficar em cima de um muro ideológico ou teológico. Ou você obedece, ou não obedece, ou você é amigo de Jesus, ou não é amigo de Jesus (Jo 15:14).
O DESTINATÁRIO DA CARTA
A carta é para a Igreja do Senhor, para os que foram chamados do império das trevas e tornados filhos de Deus. É para aquele que ouviu o gracioso chamado do Senhor e aceitou a paz e o descanso que ele dá aos que vão a ele recebendo o seu senhorio (Mt 11:28) e em decorrência disso a vida eterna pelo fato de serem feitos filhos de Deus (Jo 1:12).
A VIDA ABENÇOADA DOS DESTINATÁRIOS
Aqueles que recebem o Senhor Jesus como seu Senhor e salvador experimentam duas coisas que não podem ser encontradas no mundo: a graça de serem feitos filhos de Deus e a paz com o eterno Deus, paz que só pode ser alcançada mediante a fé no Senhor Jesus (Ef 2:17).
Através deste pequeno texto Deus uniu verdades maravilhosas para você que entrou aqui, nesta noite, saber que precisa de Jesus para estar em paz com Ele, para deixar de agir como adversário (esta é uma designação dada a satanás e a seus sequazes) e tornar-se um verdadeiro Filho de Deus.
Mas para isso, você precisa estar em relação de fé com Jesus Cristo - não há outro meio. É por graça que alcançamos a paz. É pela graça que o coração é renovado, que o Senhor dá um novo coração àquele que nele crê (Ez 36:26).
É pela graça que há disposições virtuosas em nós, como fruto do Espírito (Gl 5:22-23) e então podemos desfrutar de paz, de alegria com o Senhor e com os nossos amados. É pela graça de Deus que nos vem todas as coisas boas (Tg 1:17) e é pela graça que todos os dons nos são dados por intermédio de Jesus Cristo (Ef 4:8). Essa bênção é para aquele que recebe a Palavra de Deus como verdade e a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

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